Não Chores!

Não Chores!

É interessante o que Jesus faz com aqueles que cruzam o seu caminho. Você pode até achar que é por acaso que as coisas acontecem, mas você crendo ou não, se você tem fé ou não, se você espera ou não, alguma coisa vai acontecer quando você está na presença de Jesus e seus discípulos.

Então a fórmula para o milagres acontecer é ESTAR NA PRESENÇA DE JESUS E DE SUA IGREJA!

Mesmo que você não creia, que ache que tem pouca fé, que comete grandes pecados e por isso não é merecedor da misericórdia de Deus, veja essa mulher, viúva da cidade de Naim (Lucas 7:11-17). Quando parou para ouvir Jesus, ela não o conhecia, mas a fé dos discípulos, a fé de Jesus, foram suficientes para o milagre acontecer. O que estava morto na vida daquela mulher passou a ter vida.

Creia que Jesus quer lhe dar vida, e vida em abundância!

Consumir X Contribuir

Consumir X Contribuir

No post anterior falamos sobre o princípio dos dízimos. Mas e agora, o que fazemos com os outros 90%?

CONSUMIR X CONTRIBUIR

O que é evangelho consumista ou da prosperidade? É aquele que corre somente atrás das bênçãos, que quer tudo o que pode ver, pede para Deus sempre coisas, coisas – e geralmente para seu bem próprio, para se realizar – ou para mostrar aos outros o que tem.

E o evangelho da graça? É aquele que CONTRIBUI! Senhor, o que posso fazer para Ti? O que devo fazer com o que o Senhor me deu e está me acrescentando?

Precisamos aprender a multiplicar, investindo no Reino de Deus!
Quais são as 3 verdades sobre MULTIPLICAR?

• Eu só posso multiplicar aquilo que me foi DADO, que já tenho

• Para multiplicar eu preciso SEMEAR, investir

• Para multiplicar é preciso “morrer” (renunciar) a mim mesmo, abrindo mão do que tenho – Se o grão de trigo caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas se morrer, produz muito fruto. – Jo 12:24

Então, qual é o primeiro passo para multiplicar? SEMEAR! DAR! Para multiplicar é preciso semear!  “Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira
 e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus” – 2 Co 9:10-11

Deus não dá semente para qualquer um, Ele dá para os que SEMEIAM.

Quais são as nossas sementes? Nossos talentos, nossos recursos, nosso salário, nossos filhos, palavras, atitudes…

Deus dá sementes para COMER E SEMEAR – Deus nos dá para o nosso sustento e suficiente para poder semear. Quantas vezes podemos reclamar com Deus: onde está a benção sem medida?  Mas nós comemos todas as sementes, e não semeamos! Quem não semeia, não colhe!

O que é preciso fazer para semear? Para semear eu preciso RENUNCIAR (deixar) de comer as sementes! Não é só questão de dizimar e ofertar! Os fariseus eram avarentos e amavam o dinheiro, mas eram dizimistas! Mas não eram ofertantes e generosos! 
”Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, jamais entrarão no reino de Deus” – Mateus 5:20
Quais são as 3 leis da SEMEADURA?

1) Colhemos da mesma espécie que semeamos – Princípio universal: Gn 1:11, 22, 24, 25 – se semearmos sementes de laranja, vamos colher laranja! Semeando tempo, colheremos tempo. Semeando talento, colheremos mais talentos. Semeando tesouros, colheremos mais tesouros; parábola das 10 minas. 
Semeamos perdão… misericórdia… justiça…
2) Colhemos muito mais mais do que semeamos – Um grão de milho gera 5 a 6 espigas, 1.000 a 2.000 grãos! Lembrem- se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente. – 2 Co 9:6
3) Colhemos numa estação diferente da que semeamos – Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o 
que o homem semear, isso também colherá. – Gl 6:7. Algumas colheitas são rápidas, outras demoram muitos anos, ou somente na próxima geração

“Aqueles que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão. Aquele que sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cantos de 
alegria, trazendo os seus feixes” – Sl 126:5-6
Quem entrega, prospera! O Reino de Deus é lugar de multiplicação.

Dar é questão de confiança no Pai – ninguém vence Deus no dar! Deus nos pede coisas para nos provar o quanto Ele é poderoso par dar ainda mais. Ele não quer tirar, ele quer nos dar ainda mais!

A matemática de Deus é diferente: menos é mais, dividir é 
multiplicar. Deus deu a Jesus… ele foi o primeiro a dar tudo… e para nós.

O que eu estou entregando para o Senhor?

Estou cumprindo apenas regras ou fazendo com todo o meu coração?

Tenho medo de entregar as coisas/pessoas para Deus e ficar “sem nada”?

Faça uma experiência, semeie, regue e aguarde a colheita. Com certeza a colheita vai ser abundante!

Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. Salmos 34:8

Calamidade!

Recebi do Ap. Jorcimar Patrício, que recebeu do Ap. Arcélio Luis:

CARTA ABERTA AOS IRMÃOS E AMIGOS

“Calamidade” é uma palavra pequena para descrever as cenas de
horror que estão a nossa volta. Aliás, não existe palavra no português
que possam descrever de maneira precisa os fatos.

Ver corpos de crianças boiando na água, passando na sua frente
sem nada poder fazer. Ver corpos de crianças sem vida agarrados em
galhos de árvores, ver uma ovelha nova convertida sepultar dezesseis
pessoas de sua família num nó dia (coisa que deixaria Jó
impressionado).

Ver um novo convertido que perdeu toda a família e só ele
escapou perguntando… “Por quê?” (sabendo que não sabemos, e não
temos forças nem “tolice” suficiente pra especular). Ver pessoas
sepultarem seus mortos lá no bairro, porque o estado de putrefação é
avançado. Andar ali e sentir o cheiro da morte….ver empresários que
perderam tudo ficando com 5 reais no bolso e nada mais. Ver o grito de quem acaba de reconhecer no meio da lama
que “aquilo” que está ali é seu pai, sua mãe, seu marido, sua esposa
ou …… seu filho!

Ver nos olhos de quem você ama a dor misturada com a angústia
das informações que não chegam, se dessem conta (em muitos lugares,
até esse momento, ainda não chegou nenhum socorro). Ver o local onde a
pouco tempo atrás cantávamos no evento do “Fruto Fiel” com seis mil
pessoas (Ginásio do Pedrão- veja fotos da colheita onde 200 se
converteram no site http://www.colheita12.com.br), agora repleto de
colchonetes e pessoas chorando!

Sim… eu digo que isso não é calamidade! Isso é alguma
coisa, a cerca da qual não tenho definição. Mas estou aqui socorrendo,
chorando, ajudando, chorando, dando força, chorando, levando
esperança, chorando, ajudando a sorrir, chorando, entrando na lama
chorando, arrecadando água e coisas básicas, chorando, crendo e
chorando!

O clima de tristeza em Teresópolis, Friburgo, Petrópolis,
Silva Jardim, Areal, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto é
absurdo! Mas Vamos nos levantar e reedificar a cidade, começando pela
reconstrução da Fé, da Esperança e do Ânimo desse povo.

O Centro de Teresópolis não foi atingido (diferente de
Friburgo). Quem anda por aqui vê tristeza, helicópteros sobrevoando,
carros em alta velocidade.

Mas a vida continua, porém no interior e em 19 bairros parece que o
mundo acabou. Alguns Bairros foram totalmente cobertos pela lama e
pedras gigantes. Eles foram varridos do mapa, sobrando apenas alguns
poucos que escaparam.

Você meu amigo pode nos ajudar, eu preciso de você! Meu povo
precisa de você! Nossas cidades foram devastadas! Precisamos de água,
de medicamentos, produtos de higiene pessoal, fraldas descartáveis e
ofertas em dinheiro, conforme orientação em nosso site www.colheita12.com.br

Existe também a conta da prefeitura, que foi divulgada em todos os
meios de comunicação, pela chamada “grande mídia”.

Temos um programa de TV na Band, às sete da manhã aos
domingos. Por favor, assista se você está no Estado do Rio de Janeiro,
cidades do interior, pois mostraremos e falaremos desde Teresópolis.

Continuamos na Igreja com o culto, orando e buscando a Deus
com quem aparece e muitos tem vindo. TODA oferta levantada ali e a
oferta da igreja estão destinadas a ajudar os necessitados.
Primeiramente os que são ligados à igreja, os da família da fé, e a
todos os demais que são nossos irmãos em Teresópolis.

Ontem pela manhã o Prefeito de Teresópolis, Dr. Jorge Mario
(Que é crente e membro de nossa igreja) me ligou para pedir oração
mais uma vez.

Eu fui ao seu encontro e na Prefeitura oramos pelos prefeitos de
Friburgo e de Petrópolis, que com ele formaram um consórcio entre os
três municípios, a fim de conseguirem ajuda mais rápida e mais eficaz
para as cidades atingidas.

Deus me deu uma Palavra para eles:

“Dir-se-á: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades
desertas, desoladas e em ruínas estão fortificadas e habitadas.

Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão que eu, o
SENHOR, reedifiquei as cidades destruídas e replantei o que estava
abandonado. Eu, o SENHOR, o disse e o farei”.

Ezequiel 36.35-36

Shalom, Nele!

em quem creio de modo total e irrestrito, contudo e apesar de tudo.

Ap. Arcélio Luis

Ministério Colheita Internacional – Teresópolis –RJ

WWW.colheita.com.br

Novo Ano, Nova Criatura

Vale a pena retransmitir boa palavras:
“E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”
(2 Coríntios 5.17)

A saudade das coisas passadas é uma forte tendência da nossa época. A qualquer custo queremos as coisas como eram antes.

Nos círculos cristãos encontramos essa crescente tendência. O velho homem com todas as suas inclinações e maus costumes, com suas características carcomidas pelos cupins, deve vestir uma roupagem nova, mas com jeito de coisa antiga. O velho e podre “eu” deve permanecer vivo a qualquer preço. Falta nessas vidas a realidade de Jesus Cristo: “…eis que se fizeram novas.”

Paulo diz: “…vos despistes do velho homem com seus feitos, e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou.”

Não fique na metade do caminho! Dê o passo decisivo, o qual já deveria ter sido dado há muito tempo. Por isso: “Fortalecei as mãos frouxas, e firmai os joelhos vacilantes.”

Não saia apenas da velha vida, mas entre na nova vida de comunhão com o Pai e com o Filho!

Pra. Marcia Andrade
Igreja Eterna Aliança
http://pastoramarciaandrade.blogspot.com/

Alguma vez você já se perguntou qual o resultado da distribuição de folhetos?

“É uma história extraordinária a que eu vou contar.

 Tudo começou a alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história: “Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na Rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo.” Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu: “Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: `Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”. Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho.

Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou: “Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.

Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália. Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália. Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão. “Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: `Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente . Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.

Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão. “Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: `Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer a minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.

Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”.

Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires.

Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história: “Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para o outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou as minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.

Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg. Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.

Extraído de http://www.worldmissions.com – Redação final: Werner Gitt. Publicado na revista Chamada da Meia-Noite.