Lançamento do meu livro

Lançamento do meu livro

FIQUEM CALMOS: A NOIVA ESTÁ PREPARADA!

Uma das preocupações dos pais é preparar seu filho  para viver neste mundo. O pai tem lá sua forma de ensinar, mas a mãe, com seu coração cheio de proteção, com sua paciência interminável, não faz outra coisa senão ser modelo e aconselhar

Este é um trecho do meu livro a ser lançado no dia 14 de abril de 2016 a partir das 19h. A noite de lançamento e dedicatórias será em nossa Igreja e sede da Associação Mais Vida, que fica na Rua Teodoro da Silva, 630 em Vila Isabel/RJ.

Um projeto de 4 anos que o Eterno nos proporcionou concretizar vai alavancar fundos para a nossa Ong Associação Mais Vida, que este ano tem o desafio de alfabetizar jovens e adultos. Isto mesmo, alfabetizar! Por incrível que parece, tem muita gente querendo aprender ou aprimorar seus estudos.

O livro retrata o modelo ideal de noiva e esposa, associando a Mulher Virtuoso descrita em Provérbios, com a Igreja de Jesus, Pura e Imaculada, retratada em toda a bíblia. Com experiências próprias procuro levar o leitor a entender, de uma forma prática e simples, sua participação como Noiva de Cristo neste mundo sombrio e cada vez mais assustador.

Venha estar conosco neste dia memorável, e agradecer a Deus por esta benção. Faça a reserva de seu exemplar, a tiragem é limitada.

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Pronunciamento e Conclamação – 70 Dias de Arrepedimento

 

CONSELHO APOSTÓLICO BRASILEIRO
PRONUNCIAMENTO E CONCLAMAÇÃO
MEMBROS DO CONSELHO APOSTÓLICO

Valnice Milhomens (Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo), Jesher Cardoso (Missão Shekinah), Arles Marques (Comunhão Cristã Igreja Apostólica), Mike Shea (Ministério Casa de Davi), Sinomar Fernandes(Ministério Luz para os Povos), Márcio Valadão (Igreja Batista da Lagoinha),Neuza Itioka (Ministério Ágape Reconciliação), Paulo Tércio (Igreja Apostólica Novidade de Vida), Dawidh Alves (Ministério Tabernáculos),Alexandre Nunes (Igreja Apostólica Ágape de Ubatuba), Francisco Nicolau(Igreja Batista das Nações), Ebenézer Nunes (Igreja Apostólica Batista Viva),Hudson Medeiros (Rede Brasileira de Intercessão, Oração e Jejum), Luiz Scultori (Ministério Apostólico Terra Santa), Paulo de Tarso (Igreja Apostólica Betlehem).

Os membros do CONSELHO APOSTÓLICO BRASILEIRO reuniram-se nos dias 22e 23 de agosto de 2011, para buscar direção de Deus e discernir os tempos em que vivemos. Este documento, gerado a partir desta reunião, registra as impressões dos membros e, pela sua importância para o momento, será compartilhado com a IGREJA DE JESUS CRISTO NO BRASIL.

Olhando para os atuais eventos relacionados a Israel e ao Oriente Médio, as crises economicas mundiais, os fenômenos nos céus e na natureza, identificamos cada um deles como sinais Biblicos que apontam para a proximidade do regresso de Cristo.

Cremos que a Noiva do Cordeiro precisa estar pronta para esta hora e que sua santificação, proclamação do verdadeiro Evangelho, atos de justiça e adoração ao Único Deus Vivo, precisam ser manifestos.

Relembramos aqui as palavras proféticas sobre a nação, proferidas por profetas nacionais e internacionais, em diversas ocasiões, que apontavam para o destino profético do Brasil.

PALAVRAS PROFÉTICAS SOBRE O BRASIL

• Teremos um derramar do Espírito Santo, comparado a “Pentecostes”, que trará limpeza e transformação na “Casa de Deus”.
• Surgirá uma cooperação entre os governantes e os sacerdotes, com objetivo de estabelecer justica social e pastoral, em toda nação;
• Teremos uma economia forte, que vai transformar o pais em celeiro de alimento para as nações;
• Seremos um celeiro de missionários para o mundo.
• Seremos uma “Plataforma Continental de Adoração”;
• Seremos um canal de benção, influência, unidade continental e referencial para outras nações;
• Viveremos a maior transformação da nossa sociedade em todas as áreas: Igreja, governo, educação, economia, artes, justica social, etc;
• Seremos chamados de “YHWH SHAMAH” – O Eterno está aqui”;
• O Eterno ama a nação brasileira e deseja transformá-la em nação santa, reino de sacerdotes e propriedade exclusiva do Senhor.
• Seremos uma nação que volta para Deus e honra a Sua Aliança;
• O Brasil ou (braseiro), receberá o sopro de Deus e as chamas se espalharão pelas nações que transportaram o Pau Brasil, ou (pau em brasa), como um caminho de pólvora devorado pelo fogo do Espirito;

Crescimento do Evangelho em nosso país

Constatamos os grandes avanços ocorridos no Brasil pela aproximação do Reino de Deus. Nos últimos 50 anos pudemos observar como a igreja no Brasil cresceu em número e em influência na sociedade. Milhões de conversões são estatisticamente comprovadas. Ha uma grande multiplicação de congregações e uma explosão de trabalhos em pequenos grupos (células, grupos familiares, etc.), promovendo um crescimento maravilhoso de “filhos de Deus”.

♦ A igreja cresce no Espírito a cada dia. Embora muitos erros e distorções tenham sido cometidos, verdadeiros apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres tem sido levantados pelo Espirito Santo, para os fins designados por Cristo para a Igreja.
♦ O Espírito Santo constrange toda a igreja a avaliar suas posturas, diante da Palavra de Deus, para se alinhar com os padrões Divinos, deixando assim o erro e o engano.
♦ Cresce na igreja uma preocupação com questões de justica social e com o cuidado dos necessitados de nossas cidades e nação.
♦ Cresce o envolvimento da igreja na vida política. Com muitos representantes eleitos para cargos Legislativos e até Executivos.
♦ Há um acesso da Igreja de Cristo aos Meios de Comunicação, permitindo que o Evangelho seja pregado e o padrão de vida cristã possa ser compartilhado com milhões e milhões de pessoas.
♦ Testemunhos dão prova das bençãos e milagres alcançados por nosso povo e por nossa nação frutos de uma Intercessão gerada pelo Espirito de Deus.
♦ Em especial, no meio dos jovens, o Evangelho tem alcançado grande desenvoltura e se popularizado

Há muito, porém, para nos arrependermos

Embora a igreja brasileira tenha avançado, reconhecemos, à Luz das Escrituras, situações que nos levam a conclamar a Igreja a um tempo de reflexão, arrependimento, e mudança dos seus caminhos. Nossos corações se enchem de temor, pois, a palavra do Eterno nos ensina que Sua graça e misericórdia podem ser manifestadas através de severa disciplina, como no momento de juízo de Ananias e Safira, nos primeiros dias da igreja primitiva.

Um profundo arrependimento pode vir através do Juízo de Deus, mas, através de todos os profetas, O Nosso Deus, nos chama para voluntariamente buscarmos a Face do Deus de Jacó, para purificarmos nossas mãos e o nosso coração, afim de termos acesso ao Monte Santo do Eterno.

70 DIAS DE ARREPENDIMENTO

Impelidos pelo Espírito de Deus, conclamamos TODA A IGREJA DE JESUS CRISTO NA NAÇÃO BRASILEIRA, a SETENTA DIAS DE ARREPENDIMENTO, desde 7 de setembro ate 15 de novembro deste ano, com orações, jejuns, santas convocações, vigílias, encontros de adoração ao Deus Vivo e a unção de nossa nação, reconsagrando-a a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Cremos que o Espírito Santo tem preparado a igreja para este momento.

Recebemos uma direção de Deus para ungir nossa nação, coisa que ja foi feita no passado recente, dentro do projeto “Unção América”. Percebemos, no entanto, que uma resistência espiritual se manifestou para impedir o processo de conquista da nação, tentando paralisar ou neutralizar o Plano de Salvação do nosso Deus.

Neste projeto, ungimos os pontos cardeais mais extremos de nossa nação, e todo o nosso vasto litoral, mas, agora entendemos que devemos tocar todos os estados do Brasil, e se O Eterno nos permitir todos os municípios brasileiros, com este desafio por um VERDADEIRO ARREPENDIMENTO e com o SELO DA UNÇÃO.

Nosso pedido as lideranças cristãs de nossa nação

Reconhecendo que baixo a Autoridade de Cristo, O Cabeça da Igreja, há inúmeros ministérios e lideranças dentro das suas estruturas eclesiásticas e esferas de influência, as quais respeitamos, humildemente, como conservos, pedimos que esta conclamação possa ser retransmitida e amplificada.
Nossa motivação e o amor pelo Nosso Deus e por Seu Reino Eterno, e pela Igreja de Cristo, da qual somos membros.

Temos (todos nós) motivos suficientes para nos humilhar diante do Senhor e clamar Sua misericórdia.

” Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.” (Pv 3.12)

Que ação refinadora do Espírito Santo comece em nossos próprios ministérios.Oramos para que o Espirito Santo testifique Sua palavra e de direção de tudo que Ele quer fazer para santificar e capacitar a Sua Igreja nesta hora.

Aos pés de Cristo,

Conselho Apostólico Brasileiro

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MOTIVOS DE ARREPENDIMENTO

Envergonhemo-nos diante do Eterno e nos arrependamos:

• Pela comercialização da Adoração, e pela decadência de adoradores que se transvestem como artistas midiáticos;
• Pela massificação do evangelho, não obstante a multiforme sabedoria de Deus para cada cristão, congregação e região de nossa nação;
• Pelo endeusamento de líderes cristãos e a idolatria, muitas vezes incentivada pelos próprios líderes;
• Pela banalização do ministério profético, num distanciamento do Ministerio profético de Cristo e a vulgarização de atos proféticos, sem a direção do Espírito Santo;
• Pelo desejo de que a sociedade brasileira nos veja como pessoas normais e simpaticas ao povo, nos afastamos de um padrão celestial para a vida familiar,social, empresarial, comercial, da sociedade;
• Pela falta de respeito a autoridade de Cristo na vida dos Ungidos de Deus e pela exacerbação e abuso da autoridade dos ministros que deixam de ser exemplos do rebanho para tornarem-se dominadores daqueles que lhes foram confiados;
• Pela comercialização da paternidade e das coberturas ministeriais, e pelo plano de escalada ministerial, através de resultados humanos, numéricos e financeiros;
• Pela constante prática de motivar as pessoas a darem mais dinheiro, com promessas vazias e técnicas de convencimento, no lugar de ensiná-las sobre obediencia, liberalidade e Justiça;
• Pelo mau uso dos recursos consagrados a Deus, para beneficios pessoais ou corporativos distantes da Proclamação do Evangelho e do estabelecimento do Reino de Deus.
• Pela prática da mentira, constatada através de testemunhos superestimados, ou de omissão de detalhes que mostrariam a fraqueza do homem e a misericórdia de Deus;
• Pela tolerância com os divórcios não provocados por adultérios, coisa que Deus odeia, e pela facilidade em se abençoar para novos matrimônios pessoas que destruiram suas famílias, não obstante conhecerem a Palavra de Deus. Até ministros que tem deixado a mulher de sua mocidade para juntar-se a outra, não obstante a Presença de Deus em sua aliança.
• Por movimentos simpáticos a pratica do homossexualismo dentro da Igreja de Cristo e até igrejas que abençoam tais relacionamentos e ordenam ao Ministério pessoas na prática deste tipo de pecado;
• Pelos constantes escandalos sexuais que se tornaram comuns e são acobertados por uma liderança conivente com o problema, que não cura o ferido e nem confronta o pecado;
• Pela onda de judaismo rabínico (travestido de “messiânico”), negando a divindade de Jesus e também a veracidade das Escrituras Sagradas, dos Evangelhos e das Cartas Apostólicas, e que tem se infiltrado na Igreja de Cristo, absolutamente longe dos princípios da Biblia Sagrada, superestimando objetos de Culto, que se tornam amuletos e ídolos para gente simples;
• Pelo escandaloso crescimento do envolvimento dos cristãos com a Maçonaria (desde importantes lideranças nacionais) e com os deuses do Egito que os nossos pais jamais conheceram.
• Pela idolatria e sincretismo religioso em nosso pais, que cada dia mais atrai cristãos nominais para um ecumenismo a exemplo do que ocorreu com Israel, antes da dispersão.

Sugerimos a leitura das cartas de Paulo aos Gálatas, aos Colossenses e as cartas de Jesus, através de João, às sete Igrejas da Ásia, e também para nós, Corpo de Cristo, em nossa geração.

Também pedimos que todos sigam O Espírito Santo para orarem clamando a Deus por arrependimento por tantas outras situações que podem ser trazidas pelo Senhor, bem como pelos pecados que como nação temos cometido contra O Nosso Deus e sua Palavra, que são quase inumeráveis.

” e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” (Hb 12.14)

ORIENTAÇÕES SOBRE ATOS DE ARREPENDIMENTO E UNÇÃO, E ATOS DE JUSTIÇA

♦ Encontros municipais de “Santa convocação”
Estes seriam momentos para a igreja se reunir para adorar ao Senhor, confessar qualquer pecado, e clamar pela ministração do Espírito Santo sobre sua cidade.

♦ Marchas de intercessão por conversões e pela manifestação do Reino de Deus em nossos bairros e cidades.

♦ Intercessão em lugares públicos
Praças centrais, “Marco Zero” de municipios, Pontos cardeais de municípios e estados, Prédios dos poderes executivo, legislativo e judiciário, municipais, estaduais e federais, hospitais e universidades.

♦ Intercessão em locais de decadência conhecida
Lugares conhecidos pela miséria, violência, prostituição, tráfico de drogas.

♦ Períodos de intercessão e adoração
Muitos conhecem essa prática como “vigília”, outros como “turnos de adoração”, e outros como “Harpas e Taças”. Esses períodos podem ser marcados também em lugares estratégicos como praças públicas, firmas, escolas, clubes e todos os lugares onde queremos ver A Manifestação do reino de Deus.

ATOS PROFÉTICOS

Cremos que o Espírito Santo tem falado sobre atos proféticos a serem realizados pela Igreja. Queremos encorajar a todos a seguirem a direção do Espírito Santo e da Palavra de Deus, com testificação de suas lideranças espirituais e em humildade. Lembramos que esses devem ser efetuados rigorosamente com temor, com oração, e com obediência ao Espírito Santo.

UNÇÃO DO BRASIL

Entendemos pelo Espírito Santo sobre INVOCARMOS A JESUS CRISTO E O SEU REINO e UNGIRMOS nossa nação procurando tocar todos os Estados em suas capitais, e quem sabe num esforço coletivo para alcançarmos os mais de CINCO MIL municípios, dentro deste período de 70 dias, reconsagrando nossa nação e confirmando-a como propriedade do Senhor Jesus Cristo, de forma plena e irrevogável.

Sugerimos para este momento de Unção:

1. Que a unção seja efetuada por líderes maduros e responsáveis, que recebam do Senhor direção clara para seu envolvimento nesse projeto, e saibam como ungir sua cidade, estado ou região;
2. Que sejam ungidas pelo menos nossas capitais. A unção pode ser feita nos pontos cardeais ou no marco zero de cada localidade;
3. Que nenhuma unção seja feita de forma isolada, mas que se formem equipes para cada ação e que todas elas sejam relatadas ao CAB;
4. Que as unções nunca sejam desassociadas de períodos de arrependimento e confissões de pecados, turnos de adoração e intercessão;
5. Que se priorize ações que não chamem atenção, que tudo seja feito com discrição e sabedoria e sejam reconhecidos, apenas no mundo espiritual.
6. Que em cada cidade alcançada, as igrejas locais, membros da Igreja de Cristona quela localidade possam ser comunicadas deste desafio e se possível motivadas a participarem da Unção e do Arrependimento proposto.

JUSTIÇA (TSEDAKA)

Entendemos que o Arrependimento verdadeiro deve ser manifestado através de frutos dignos de arrependimento, e motivamos que a Igreja de Cristo, em todas as localidades de nosso país, para que se movam na causa dos pobres, órfãos, viuvas e desamparados de todos os tipos nas nossas cidades. Há uma pungente expectativa principalmente dos nossos jovens, de o que fazer depois de nos arrependermos e nos quebrantarmos diante de Deus, e a resposta é: Vamos manifestar O Amor do Nosso Deus e de Jesus Cristo, através dos nossos atos de Justiça para com os menos favorecidos da nossa nação.

” Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e ja a sua noiva se preparou, e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são os atos de Justiça dos santos”. (Ap. 19.7-8)

Desejamos exortar a igreja a participar dos “Atos de Justiça” que enfeitam, ataviam, a noiva de Cristo neste momento.

– Atendimento aos menos favorecidos: pobres, orfãos e viúvas;
– Atendimento aos marginalizados da sociedade;
– Atenção a família biblica e sua edificação conforme os padrões biblicos;
– Buscar ministrar as “obras de Jesus” de cura, libertação e pregação do arrependimento das obras mortas e da Fé em Deus;
– Multiplicar a intercessão e adoração como sacerdotes do Senhor no nosso país.

Por Arles Marques – Secretário Geral.

Fonte: Ministério Tabernáculos.

Calamidade!

Recebi do Ap. Jorcimar Patrício, que recebeu do Ap. Arcélio Luis:

CARTA ABERTA AOS IRMÃOS E AMIGOS

“Calamidade” é uma palavra pequena para descrever as cenas de
horror que estão a nossa volta. Aliás, não existe palavra no português
que possam descrever de maneira precisa os fatos.

Ver corpos de crianças boiando na água, passando na sua frente
sem nada poder fazer. Ver corpos de crianças sem vida agarrados em
galhos de árvores, ver uma ovelha nova convertida sepultar dezesseis
pessoas de sua família num nó dia (coisa que deixaria Jó
impressionado).

Ver um novo convertido que perdeu toda a família e só ele
escapou perguntando… “Por quê?” (sabendo que não sabemos, e não
temos forças nem “tolice” suficiente pra especular). Ver pessoas
sepultarem seus mortos lá no bairro, porque o estado de putrefação é
avançado. Andar ali e sentir o cheiro da morte….ver empresários que
perderam tudo ficando com 5 reais no bolso e nada mais. Ver o grito de quem acaba de reconhecer no meio da lama
que “aquilo” que está ali é seu pai, sua mãe, seu marido, sua esposa
ou …… seu filho!

Ver nos olhos de quem você ama a dor misturada com a angústia
das informações que não chegam, se dessem conta (em muitos lugares,
até esse momento, ainda não chegou nenhum socorro). Ver o local onde a
pouco tempo atrás cantávamos no evento do “Fruto Fiel” com seis mil
pessoas (Ginásio do Pedrão- veja fotos da colheita onde 200 se
converteram no site http://www.colheita12.com.br), agora repleto de
colchonetes e pessoas chorando!

Sim… eu digo que isso não é calamidade! Isso é alguma
coisa, a cerca da qual não tenho definição. Mas estou aqui socorrendo,
chorando, ajudando, chorando, dando força, chorando, levando
esperança, chorando, ajudando a sorrir, chorando, entrando na lama
chorando, arrecadando água e coisas básicas, chorando, crendo e
chorando!

O clima de tristeza em Teresópolis, Friburgo, Petrópolis,
Silva Jardim, Areal, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto é
absurdo! Mas Vamos nos levantar e reedificar a cidade, começando pela
reconstrução da Fé, da Esperança e do Ânimo desse povo.

O Centro de Teresópolis não foi atingido (diferente de
Friburgo). Quem anda por aqui vê tristeza, helicópteros sobrevoando,
carros em alta velocidade.

Mas a vida continua, porém no interior e em 19 bairros parece que o
mundo acabou. Alguns Bairros foram totalmente cobertos pela lama e
pedras gigantes. Eles foram varridos do mapa, sobrando apenas alguns
poucos que escaparam.

Você meu amigo pode nos ajudar, eu preciso de você! Meu povo
precisa de você! Nossas cidades foram devastadas! Precisamos de água,
de medicamentos, produtos de higiene pessoal, fraldas descartáveis e
ofertas em dinheiro, conforme orientação em nosso site www.colheita12.com.br

Existe também a conta da prefeitura, que foi divulgada em todos os
meios de comunicação, pela chamada “grande mídia”.

Temos um programa de TV na Band, às sete da manhã aos
domingos. Por favor, assista se você está no Estado do Rio de Janeiro,
cidades do interior, pois mostraremos e falaremos desde Teresópolis.

Continuamos na Igreja com o culto, orando e buscando a Deus
com quem aparece e muitos tem vindo. TODA oferta levantada ali e a
oferta da igreja estão destinadas a ajudar os necessitados.
Primeiramente os que são ligados à igreja, os da família da fé, e a
todos os demais que são nossos irmãos em Teresópolis.

Ontem pela manhã o Prefeito de Teresópolis, Dr. Jorge Mario
(Que é crente e membro de nossa igreja) me ligou para pedir oração
mais uma vez.

Eu fui ao seu encontro e na Prefeitura oramos pelos prefeitos de
Friburgo e de Petrópolis, que com ele formaram um consórcio entre os
três municípios, a fim de conseguirem ajuda mais rápida e mais eficaz
para as cidades atingidas.

Deus me deu uma Palavra para eles:

“Dir-se-á: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades
desertas, desoladas e em ruínas estão fortificadas e habitadas.

Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão que eu, o
SENHOR, reedifiquei as cidades destruídas e replantei o que estava
abandonado. Eu, o SENHOR, o disse e o farei”.

Ezequiel 36.35-36

Shalom, Nele!

em quem creio de modo total e irrestrito, contudo e apesar de tudo.

Ap. Arcélio Luis

Ministério Colheita Internacional – Teresópolis –RJ

WWW.colheita.com.br

Problemas Institucionais

Gostamos de nos referir à igreja como um organismo vivo, e de fato ela o   é. Entretanto é impossivel negar que ela seja uma instituição – roupas e odres velhos e novos – quer apreciemos ou não a idéia. [Mt 9.16,17].

Um dos problemas de nossas instituições é que nos comprometemos mais com as estruturas do que com as pessoas que as compõem.  Assim costumamos dar mais  importância ao odre do que ao vinho.

Outro problema é que não temos a capacidade de enxergar que o crescimento de uma organização exige mudanças radicais.  As organizações bem-sucedidas, periodicamente, passam por transformações estruturais para se ajustarem ao crescimento.

Um terceiro problema é que não avaliamos nossas organizações procurando falhas organizacionais.  Todo grupo tem defeitos.  Certa vez ouvi um homem de negócios cristão afirmar que todas as vezes que surge algum problema em sua empresa, ele prefere, de início, confiar nas pessoas e acreditar que o erro esteja na estrutura ou em seu método de ação.  Ele calcula que em 85% dos casos, a falha a ser corrigida está na instituição e não nos indivíduos. Ele não põe a culpa no vinho, mas nos odres.

Quantas vezes fazemos exatamente o contrário! Culpamos as pessoas:  São rebeldes, infiéis, irresponsáveis, preguiçosas, materialistas.  Não têm humildade, indisciplinadas, extremistas, sem visão, incrédulas, caladas demais.  Muito barulhentas, incompreensíveis, incompetentes.

Será que tudo isso é verdade?  Pouco provável.  E se for, será que já consideramos a possibilidade de que muitos dos defeitos das pessoas se devam a desilusões que a organização lhes causou?

Se for esse o caso, não podemos adiar mais a reavaliação de nossas roupas e odres.

Remendos & Odres, George R. Foster, Ed. Betânia

Ganhei esse livreto no dia dos pais, e achei interessante esse capítulo, até porque fala um pouco do que passamos no último período.

Alguma vez você já se perguntou qual o resultado da distribuição de folhetos?

“É uma história extraordinária a que eu vou contar.

 Tudo começou a alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história: “Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na Rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo.” Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu: “Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: `Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”. Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho.

Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou: “Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.

Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália. Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália. Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão. “Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: `Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente . Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.

Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão. “Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: `Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer a minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.

Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”.

Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires.

Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história: “Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para o outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou as minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.

Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg. Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.

Extraído de http://www.worldmissions.com – Redação final: Werner Gitt. Publicado na revista Chamada da Meia-Noite.